27 de fevereiro de 2010

Davi x Golias

Quem era o gigante????

No último Sábado, o pastor responsável pela Força Jovem de Campina Grande, passou a mensagem de 1 Samuel 17.41, levando à reflexão da coragem tida e do coração determinado de Davi.

Não se intimidando com a força do gigante Golias, mas acreditando no Deus em que servia, em defesa do seu povo, lutou e venceu, apenas com paus e pedras nas mãos.

Nos dias atuais cada um de nós enfrentamos um gigante, que é representado pelo problema na família, os vícios, a tristeza, mas se confiarmos em Deus, Ele nos dá forças para superá-los ainda que sejam maiores do que nós.

Davi era pequeno em estatura, mas a sua fé era maior do que a de Golias.


Hoje haverá a Consagração dos Dizimistas na Força Jovem, você que deseja superar o gingante de sua vida, participe às 16:30h. Seja você também um valente!

26 de fevereiro de 2010

Concurso Correios - Jovem Aprendiz dos Correios 2010


ÚLTIMO DIA

Os Correios publicaram edital destinado ao provimento de vagas no Programa Jovem Aprendiz dos Correios. O processo seletivo será realizado para o preenchimento de 4.355 vagas, distribuídas em âmbito nacional. Os aprendizes recebem R$ 282,50 por 20 horas semanais, além de vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, uniforme e atendimento médico-odontológico ambulatorial.
As inscrições devem ser realizadas no período de 08 à 26 de fevereiro de 2010, nas Agências de Correios relacionadas no Edital e pelo site dos Correios. A taxa de inscrição é de R$ 10. Para participar o candidato deve ter entre 14 e 21 anos e estar matriculado e frequentando a escola, caso não tenha concluído o ensino fundamental. A prova objetiva constará das disciplinas de Português, Matemática e Ciências e serão apresentadas, em um único caderno, sendo 20 questões para cada disciplina. A prova será aplicada em locais, data e horário que serão informados, com antecedência mínima de 30 dias, no site www.correios.com.br e nos jornais locais, após a contratação de empresa especializada, por licitação.

Veja os locais das vagas no Edital

(Fonte: http://concursosnobrasil.com.br/)

25 de fevereiro de 2010

A gente aprende...

Vídeo interessante com texto de William Shakespeare.

24 de fevereiro de 2010

A silenciosa investida da Rede Globo


Saudações amigos,

Dias atrás eu conversava com minha esposa sobre a programação da Rede Globo, do padrão de qualidade, da audiência, do investimento gigantesco em publicidade e das inúmeras repetidoras espalhadas no Brasil e no mundo.

Acontece que a Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil.

Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo. Em duas cenas do BBB 10 aconteceram dois beijos Gay e quando um deles foi "líder" a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores vejam o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável. Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento.

No mesmo BBB 10 uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito.

Na novela Viver a Vida o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério. A Globo leva o telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada. A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro.

Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato. A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs. Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhável pra vida ou de apoio. A letra da música faz menção discarada do Inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirarem tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé).

A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que vivíamos.

Amados amigos, fica o alerta, às vezes nem nos damos conta do real propósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado.

Aproveito para trazer ao conhecimento a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela.

Música de abertura da novela:

Vamos deixar que entrem Que invadam o seu lar

Pedir que quebrem Que acabem com seu bem-estar

Vamos pedir que quebrem O que eu construi pra mim

Que joguem lixo Que destruam o meu jardim


Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro

Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro


Vamos deixar que entrem Que invadam o meu quintal

Que sujem a casa E rasguem as roupas no varal

Vamos pedir que quebrem Sua sala de jantar

Que quebrem os móveis E queimem tudo o que restar


Eu quero o mesmo inferno

A mesma cela de prisão - a falta de futuro

Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno

A mesma cela de prisão - a falta de futuro O mesmo desespero


Vamos deixar que entrem Como uma interrogação

Até os inocentes Aqui já não tem perdão

Vamos pedir que quebrem Destruir qualquer certeza

Até o que é mesmo belo Aqui já não tem beleza


Vamos deixar que entrem E fiquem com o que você tem

Até o que é de todos Já não é de ninguém

Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas

Até o que é novo Já esta em ruinas


Vamos deixar que entrem Nada é como você pensa

Pedir que sentem Aos que entraram sem licença

Pedir que quebrem Que derrubem o meu muro

Atrás de tantas cercas Quem é que pode estar seguro?


Eu quero o mesmo inferno

A mesma cela de prisão - a falta de futuro

Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno

A mesma cela de prisão - a falta de futuro

O mesmo desespero


Imaginem nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração e da alma dela?
Tente imaginar de onde o compositor dessa pérola tirou inspiração para compôr tamanha afronta?
A palavra de Deus é clara quando diz; quem esta de pé, veja que não caia. e ainda; examinai todas as coisas, retende oque é bom.
Ai pergunto, parafraseando a própria Bíblia; pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?
Pense nisso, anuncie isso, faça conhecer, livre alguns dessa humilhação, dessa falta de futuro, dessa cela de prisão.
Jesus esta à porta, e você o que tens preparado para quem será?

"... e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós." (1 Pedro 3:13)

(Autor Desconhecido - Enviado por Rubsmércio Correia)

22 de fevereiro de 2010

Sem palavras

Sem palavras, a jovem artista expressa, com as mãos, a dor do povo ucraniano quando seu país foi invadido pelo sanguinário Hitler, que foi instrumento da igreja romana.


(Fonte: www.bispomacedo.com.br)

21 de fevereiro de 2010

Consagração dos dizimistas da Força Jovem

EU SOU UM JOVEM VALENTE E SEREI CONSAGRADO NA FORÇA JOVEM.
No próximo Sábado (27) o pastor Isaac estará consagrando os dizimistas da Força Jovem da Getúlio Vargas.


20 de fevereiro de 2010

Dramático apelo!


Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me, no momento, quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

“Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta, em Florianópolis. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar, para mim e meus dois irmãos, tudo de bom e o que há de melhor, inclusive liberdade, que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos, participei e ganhei um concurso para modelo e manequim de uma grande agência de modelos, e fui até o final do concurso que selecionou assistentes de palco de um importante programa de televisão. Fui também selecionada para fazer um book em outra grande agência de modelos, em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física. Chamava a atenção por onde passava.

Estudava no melhor colégio de Florianópolis. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana, frequentava shopping centers, praias, cinema; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas ‘saradas’, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a Oktoberfest, em Blumenau (SC).

Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal. Fizemos um ‘esquenta’, no Bude, famoso barzinho na Rua XV.

À noite, fomos ao ‘Proeb’ e no ‘Pavilhão Galego’ havia um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.

Aquela movimentação de gente era ‘trimaneira’.

Eu já havia experimentado algumas bebidas. Tomava, escondido da minha mãe, o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada.

Na quinta feira, primeiro dia da Oktoberfest, tomei o meu primeiro porre de chopp.

Que sensação legal! Curti a noite inteira ‘doidona’. Beijei uns 10 carinhas. Inclusive, minhas amigas colocavam o chopp numa mamadeira, misturado com guaraná para enganar os ‘meganhas’ (policiais), porque menor de idade não podia beber. Mas a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam.

Lá pelas 4hs da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos bombeiros.

Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento, quase vomitei as tripas, mas o meu grito de liberdade estava dado.

No dia seguinte, aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles, como tensão pré-menstrual.

No sábado, conhecemos uma galera de São Paulo, que alugaram um apartamento no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.

Bebi um pouco no sábado. A festa não estava legal, mas lá pelas 5h30 da manhã, fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso ‘baseado’ (cigarro de maconha), que me ofereceram.

No começo, resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’. Mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas, no dia seguinte, antes de ir embora, experimentei novamente.

O garoto mais velho da turma, o ‘Marcos’, fazia carreirinha e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.

Retornamos à ‘Floripa’, mas percebi que alguma coisa havia mudado. Eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino: ‘DROGAS.’

Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada e, sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue, o efeito dela ficava mais forte e, aos poucos, não compartilhávamos a seringa, e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início, a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$20,00 a boa, e eu precisava, no mínimo, cinco doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes, a gente conseguia o ‘extasy’. Dançávamos nos ‘points’ a noite inteira e depois… farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa. Meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos, o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.

Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos, toda a minha família foi se desestruturando.

Fui internada diversas vezes em clínicas de recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.

Quando eu saía da clínica, aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.

Em dezembro de 2007, a minha sentença de morte foi decretada. Descobri que havia contraído o vírus da aids, não sei se me picando, ou através de relações sexuais, muitas vezes, sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos, os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: família, amigos, pais, religião, Deus – até Deus –, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.

Estou internada, pesando 24 kg, horrível. Não quero receber visitas porque não podem me ver assim. Não sei até quando sobrevivo, mas, do fundo do coração, peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca.

Você, com certeza, vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.”

OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava dela, comunicou que Patrícia veio a falecer 14 horas depois que escreveram esta carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da aids.

(Fonte: www.bispomacedo.com.br - também nos foi enviado esse mesmo texto via e-mail por D. Patrícia Holanda desde o dia 10 de fevereiro, o texto estava já na lista para postagem, por isso agradecemos a ela e a todos que têm nos ajudado a estarmos sempre ligados com as atualidades que rolam na net)

19 de fevereiro de 2010

Tudo por um sonho!

“Geralmente, o caminho para realizar um sonho não é fácil”

AGÊNCIA UNIPRESS INTERNACIONAL

Alice Mota

Superar as adversidades é algo comum entre os vencedores - pessoas que não se intimidam jamais para tomar atitude em busca de um sonho. Um exemplo recente de superação, e que todo o mundo pôde acompanhar, foi a vitória da atleta brasileira Maurren Maggi, na modalidade salto em distância, na Olimpíada de Pequim, ocorrida no último mês de agosto.

Mesmo depois de ser acusada de dopping e afastada do esporte, ela voltou a sonhar, enfrentou as dificuldades e venceu. Mas para realizar um sonho, isto é, chegar ao sucesso, o secretário da Associação Brasileira de Psicanálise (ABP), Sérgio Nick, destacou o esforço e o sacrifício como fatores importantes.

Ser perseverante é uma atribuição que Maurren Maggi destaca como primordial para alcançar o que se aspira. “Geralmente, o caminho para realizar um sonho não é fácil. Porém, é importante não desistir jamais e pensar no sonho na hora da dor, das dificuldades e das decepções.”

Ter alguém para poder contar nos bons e maus momentos também é um fator destacado pela atleta. “É bom cercar-se de amigos que te levem para cima e não de pessoas que tentem te derrubar. No meu caso, tenho técnicos competentes, que sempre me ajudam”, destacou.
Em busca de realizar o que desejam, muitos são até chamados de loucos. Como acontece com os nordestinos que deixam sua terra natal dispostos a se sacrificarem em busca do sonho. Se deslocam para as grandes capitais com pouquíssima ou nenhuma condição financeira.


No pensamento e no papel
Ao contrário daqueles que sonham e vão à luta, há os que simplesmente sonham. Passam a vida alimentando seus desejos, mas não fazem nada para realizá-los. Eles só ficam no pensamento ou no papel. “Um dia eu vou ser isso”, “um dia vou ter aquilo”, “um dia vou ser bem-sucedido”, “um dia...”, “um dia...”, e esse dia nunca chega, ficando tudo para “um dia”.


Mas, como ressaltou Sérgio Nick, para conquistar o que deseja, é necessário abrir mão de algumas coisas e lutar pelos objetivos, porque nada vem por acaso.


“Por causa de uma suspensão, cheguei a desistir do esporte. Nasceu minha filha e por ela resolvi voltar. Não apenas para competir em Pequim, mas para buscar uma medalha. Para isso, tive que abrir mão de muitas coisas. Fico longos períodos longe da minha filha, num sofrimento enorme. Tenho uma vida regrada, com treinos pela manhã e à tarde. Por muitas vezes, abro mão de festas e de outros eventos sociais para descansar e treinar melhor”, concluiu Maurren Maggi.

"Sempre quis ser atleta. Comecei nos 100m com barreiras e depois me fixei no salto em distância, primeiro em Ribeirão e depois no Projeto Futuro, do Ibirapuera. O sonho maior de todo atleta é disputar uma olimpíada. Me contundi em Sidney, em 2000, e depois fui impedida de participar em 2004, em Atenas, por causa da suspensão."

(Fonte: www.revistaplenitude.com.br)

17 de fevereiro de 2010

Carnaval de acidentes

Por Daniel Santini
daniel.santini@folhauniversal.com.br

Patrícia Paludo tinha 21 anos e estudava psicologia quando o automóvel Gol em que estava bateu de frente em um Corsa na BR-470, no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O fato aconteceu em 21 de fevereiro de 2009. Ela é uma das 262 pessoas que morreram em acidentes nas rodovias brasileiras no último Carnaval. Levantamento inédito feito pela Folha Universal com base em números da Polícia Rodoviária Federal, das polícias rodoviárias estaduais e dos departamentos estaduais de trânsito (Detrans) revela o quadro crítico nas estradas brasileiras durante o feriado. Só com os mortos do Carnaval passado, daria para encher um Boeing 787. Sem falar nos feridos, que passaram de 3,7 mil.

As vítimas tinham histórias e deixaram familiares e amigos. Um ano depois do acidente que, além da estudante, deixou mais quatro mortos e dois feridos graves, a mãe da jovem, a cabeleireira Eliana Paludo, evita falar do trauma. “A família ficou toda traumatizada. A mãe emagreceu e continua triste. Mesmo 1 ano depois, ela chora quando lembra”, conta Romano Paludo, parente de Patrícia.

“Ela era uma garota amável, amiga, simpática. Não tem nem o que falar. Eles não aceitam o que aconteceu. Quer dizer, acho que aceitam, mas não falam para não doer tanto”, diz a vizinha Patrícia Picoli. “As pessoas deveriam ter mais cuidado dirigindo, não colocar a vida dos outros em risco”, ressalta.

A imprudência, segundo a Polícia Rodoviária Federal, é a principal causa de mortes nas estradas. O Carnaval é considerado o segundo feriado mais crítico do ano em acidentes fatais, ficando atrás apenas do Natal.

Diferente do Ano Novo, em que as comemorações ocorrem principalmente nas metrópoles, o período preocupa porque há atrações em municípios pequenos. “No Carnaval ocorre grande movimentação em trechos menores. Qualquer cidade pode fazer uma festa interessante e as pessoas saem para ir a festas a 50, 80 quilômetros de distância. Depois voltam cansadas, sob efeito do álcool e com pressa de chegar”, afirma o inspetor Alexandre Castilho, coordenador nacional de comunicação da Polícia Rodoviária Federal.A maioria dos acidentes acontece no Sudeste, região que concentra o maior número de estradas e carros do País. Nem os estados com rodovias bem conservadas estão livres de tragédias. “Nas estradas mais esburacadas acontecem menos mortes. Atualmente 75% dos acidentes fatais acontecem em pistas com boas condições. O buraco é um obstáculo físico para o excesso de velocidade. Muita gente infelizmente dispensa mais atenção à roda de liga leve do que à família dentro do carro. O motorista brasileiro, pensando no risco de ter um dano material, reduz a velocidade, abaixa o som e para se concentrar pede para as crianças ficarem em silêncio. Quando encontra uma estrada bem asfaltada, acelera muito, desrespeita limites, fecha os vidros e começa a viver naquele ‘aquário’ imaginando um local só dele. Se tivesse cautela nesta situação, os números seriam diferentes”, afirma.

Segundo Castilho, o alto número de mortos e feridos, que pode se repetir ou até aumentar este ano, está diretamente relacionado ao fato de o transporte rodoviário ser o principal sistema do País. Ele critica a falta de alternativas para pessoas e cargas, tais como hidrovias e ferrovias. “O Brasil é o único país do mundo em que motoristas em carros populares dividem pistas com veículos de 60 toneladas, que têm velocidade desigual, manobram e possuem estabilidade diferente”, avalia.

O médico Guilherme Durães Rabelo, presidente da Associação Mineira de Medicina de Tráfego, também critica o modelo nacional. “Há anos deveríamos ter investido em estradas de ferro. São mais baratas, seguras e podem transportar muita gente”, defende o especialista, que diariamente cuida das vítimas de acidentes rodoviários. “No Carnaval a gente deve ter um novo recorde de acidentes. Ninguém fez nada para evitar. E as mortes não acontecem só nesse período. O ano inteiro é assim, o problema é cada vez mais grave.” O médico diz que medidas como a redução de velocidade e a educação para evitar acidentes devem ser prioridades e ressalta o prejuízo que as colisões representam. “Além das pessoas que morrem, milhares sofrem sequelas. Prevenir é muito mais barato do que tratar as vítimas. São bilhões de reais desperdiçados”, afirma Rabelo.

Segundo o Instituto Econômico de Pesquisa Aplicada (Ipea), o Brasil gasta R$ 28 bilhões por ano com acidentes, incluindo despesas hospitalares e indenizações.

12 de fevereiro de 2010

Novo Site da Força Jovem Paraíba


O novo site do Força Jovem Paraíba está no Ar!
Acesse e fiquem por dentro do que acontece em nosso estado:
www.forcajovemparaiba.com

6 de fevereiro de 2010

Novo livro para os Jovens


Estamos trabalhando no projeto de um novo livro para os jovens – para VOCÊ.
O Perfil do Jovem de Deus ajudou e tem ajudado milhares no mundo inteiro. Mas como tudo muda, uma nova geração de jovens está aí, enfrentando novos desafios e realidades que não existiam há apenas 10 anos atrás...

Na sua opinião e experiência pessoal, quais são os DESAFIOS da JUVENTUDE hoje?




O FÓRUM está ESQUENTANDO! Participe desse projeto! O que você acha que os jovens de hoje precisam ouvir? Quais os problemas e desafios que mais afetam a juventude atual?

Acesse: http://www.forcajovembrasil.com.br/group/novolivropjovensbprenatocardoso
E deixe a sua opinião!